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| Cartaz promocional do evento |
A arqueologia náutica e subaquática em Portugal e a Convenção da UNESCO
Por
Francisco J. S. Alves, Diretor do CNANS / IPA / Ministério da Cultura
Nascida no início dos anos 80 no âmbito do Museu Nacional de Arqueologia, a arqueologia náutica e subaquática em Portugal, assumida no início dos anos 90 em parceria com uma ONG então criada nessa área do patrimônio (a associação Arqueonáutica) – que viria a ter um papel decisivo no debate político-cultural que então se travava sobre a exploração comercial de bens do patrimônio subaquático (“caça ao tesouro”) – acabaria por ser assumida a partir de 1996-1997 como vertente da arqueologia de pleno direito, e por ser regulamentada e gerida a partir de então em conformidade com os pressupostos universais desta disciplina, constituindo-se assim como um exemplo premonitório da Convenção para a Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático que viria a ser aprovada em Paris em 2001 na 31ª Conferência Geral da UNESCO.
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